No dia 8 de setembro, é comemorado o Dia Mundial da Alfabetização. A data foi criada pela Unesco e pela ONU em 1967 com a ideia de motivar a alfabetização

A data comemorativa nasceu em 8 de setembro de 1967, tendo como principal interesse promover a alfabetização em diversos países. Foi criada pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e pela Organizações das Nações Unidas (ONU). O processo de alfabetização não é apenas um procedimento de escrever e ler, mas também é um elemento fundamental no avanço de um país.

Os melhores índices de desenvolvimento humano estão nos países que têm uma população alfabetizada. ONU criou um indicador chamado Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), para se obter dados de Nível de Escolaridade, Renda e Nível de Saúde. E de acordo com os dados divulgados em 2010 pela Organizações das Nações Unidas os 10 melhores países desta lista são: Noruega, Austrália, Nova Zelândia, Estados Unidos, Irlanda, Liechtenstein, Países Baixos, Canadá, Suécia, e Alemanha. Enquanto o Brasil se encontra no 84 º lugar.

Os países com os melhores índices IDH tem esses resultados porque quando se tem uma população que sabe ler e escrever, as chances de o indivíduo conseguir um emprego aumentam, assim, melhores salários virão, e a qualidade de vida também cresce.

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A alfabetização influencia profundamente a vida de uma pessoa. Ajuda a elevar a autoestima dos adultos e das crianças e dá a força que um país necessita para avançar economicamente.

Entretanto, segundo uma pesquisa realizada pela ONU em 2011-2012 cerca de 781 milhões de adultos em todo o mundo não sabem contar, escrever e ler e que cerca de 250 milhões de crianças são analfabetas funcionais, ou seja, estiveram na escola, porém não compreendem aquilo que leem. Esses números alarmantes apenas comprovam que esse tema deve ser, cada vez mais, levado como prioridade em todo o mundo.

O educador é uma chave fundamental para que esses impasses sejam solucionados. Ele é um aliado essencial na construção do conhecimento, assumindo o seu papel de orientador, mediador, motivador e gestor da aprendizagem. Devendo ser fonte de motivação para o aluno.

Inúmeros países já assumiram seu combate ao analfabetismo e juntaram-se ao programa, que atinge 84% da população mundial, segundo a ONU. Por este pressuposto, sociedade e o poder público devem estar cientes de que os professores são primordiais para que a educação melhore.

 

 


Autora: Helena Jimenez – Jornalista formada pela Universidade Presbiteriana Mackenzie